sábado, 17 de fevereiro de 2018

POM DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA PROMOVEM FORMAÇÃO EM ROMA



Participaram do curso, padres, religiosas e leigos da Angola, Moçambique, Cabo Verde, Brasil, Guiné-Bissau, Timor Leste e Portugal. Missionários de sete países de língua portuguesa se encontraram entre os dias 24 de janeiro e 2 de fevereiro, no Centro Internacional de Animação Missionária (CIAM), em Roma, para vivenciar o curso de atualização em missiologia. Padres, religiosos e leigos de Angola, Moçambique, Cabo Verde, Brasil, Guiné-Bissau, Timor Leste e Portugal tiveram a oportunidade de partilhar as experiências vividas junto às Pontifícias Obras Missionárias (POM).

A mesa de abertura do encontro foi composta por dom Giovanni Pietro Dal Toso, presidente internacional da Pontifícia Obra Missionária, padre Fabrizio Meroni, secretário geral da Pontifícia Obra da União Missionária, e padre Antônio Lopes, diretor das POM de Portugal e coordenador do curso. Na celebração que deu início ao encontro, dom Dal Toso lembrou a importância desta semana de formação como um processo que contribui na revitalização das obras missionárias a partir da experiência trazida por cada país.

Durante o final de semana, o grupo de 30 participantes pode visitar a cidade de Assis, aprofundando-se na espiritualidade presente na história de São Francisco e Santa Clara. Também tiveram a oportunidade de conhecer as catacumbas de Priscila, fazendo a experiência dos primeiros cristãos na celebração da Eucaristia.
Nesta segunda-feira, 29, os participantes foram recebidos na sede da Congregação para a Evangelização dos Povos e das Obras Missionárias Pontifícias. A recepção foi realizada por padre Fabrizio Meroni, secretário geral da União Missionária, Irmã Roberta Tremmarelli, secretária geral da Infância Missionária, padre Fernando Domingues, secretário geral da Obra de São Pedro Apóstolo, e padre Tadeusz Jan Nowak, secretário geral da Obra da Propagação da Fé. Os secretários puderam apresentar o carisma, a missão e os projetos desenvolvidos pelas Obras Pontifícias.


Representando Cabo Verde, padre José Mário Gonçalves, diretor nacional das POM, destaca que a formação  contribuiu na descoberta de um importante serviço da Igreja. “Estou a compreender muitas coisas novas e espero puder ajudar a Igreja de Cabo Verde, estando mais desperto com a missão, sentindo o pulsar da Igreja universal”, expressa o diretor.
Em sua primeira oportunidade de formação na cidade de Roma, o seminarista brasileiro João Luiz da Silva, da arquidiocese de Mariana (MG), destacou que o conteúdo tem sido enriquecedor, trazendo muitos elementos da missiologia que estão contribuindo para sua formação acadêmica e espiritualidade missionária. “A experiência de estar em contato com pessoas de outros países enriquece o conteúdo trabalhado, vivendo uma missão intercultural”, ressalta o seminarista.
O  grupo participou na audiência com o Papa Francisco, na quarta, 31.
Temas abordados durante o curso: Missão e diálogo num mundo plurirreligioso; Missão intercultural: vivências e desafios; A espiritualidade missionária; Sem a Palavra não há missão; Que missão propõe a Igreja no pós-Vaticano II? Luzes e sombras da e na animação missionária; Maximum illud: A caminho do centenário; Missão nos novos povos areópagos da cidade; Dimensão missionária das Igrejas locais; Igreja em saída na perspectiva ad gentes; Igreja e que missão? Mês missionário extraordinário outubro 2018; Missão como sentinelas da aurora: que futuro promete e prepara?

Ir. Eliane, Pe. Giuseppe Giordano e Fr. Renato
A Guiné-Bissau foi representada pelo P. José Giordano, OMI, Diretor Nacional da PP.OO.MM., a Irmã Eliane Armoa das Missionárias da Imaculada e o Fr. Renato Chiumento, OFM, professor de missiologia no seminário maior.

Fotos: João Cláudio Fernandes/POM Portugal e Renato Chiumento da Guiné-Bissau
Texto por Fabrício Preto/POM Brasil e Fr. Renato Chiumento da Guiné-Bissau



PARÓQUIA SÃO DANIEL COMBONI LANÇA PRIMEIRA PEDRA DA IGREJA PAROQUIAL


No domingo, dia 28 de janeiro, o povo da comunidade cristã da Paróquia de São Daniel Comboni, em Bafatá, criada em 16 de outubro de 2005, reuniu-se com Dom Pedro Zilli, com os padres Lucio Brentegani e Giuseppe Pizzoli, com os representantes do Conselho Pastoral Paroquial, com os representantes dos trabalhadores que irão executar a obra e com os representantes dos benfeitores e dos grupos missionários da Diocese de Verona, Itália, para dar solenemente início aos trabalhos de construção da nova Igreja paroquial.


A bênção de Deus sobre o lugar e sobre a primeira pedra fortaleça a fé de cada membro desta comunidade cristã, para que, como pedras vivas, edifiquem um edifício espiritual agradável a Deus (1Pt 2, 5).





DOM PEDRO CELEBRA EM CUMURA NO DIA MUNDIAL DO LEPROSO



No 4º Domingo Comum B, dia 28 de janeiro, Dom Pedro Zilli celebrou a Santa Missa em Cumura, no 65º DIA MUNDIAL DOS LEPROSOS. Na homilia, ele recordou o exemplo de Raoul Follereau (1903/1977) que dedicou 50 anos da sua vida à causa dos leprosos “os mais pobres dos pobres”, como ele os definia, orientando a sua ação sob a mensagem “combater a Lepra e todas as causas de exclusão social”. Ele gastou estes 50 anos para mobilizar e acordar as consciências a fim de vencer o mal da lepra.


Dom Pedro convidou os presentes a pensarem nas palavras do Papa João Paulo II na visita ao Leprosário de Cumura no dia 28 de janeiro de 1990: “Eu vou partir, mas digo ao Senhor Bispo (Dom Settimio Arturo Ferrazzetta) que é vosso grande amigo e ao qual se deve esta obra de Cumura - e peço aos médicos, aos enfermeiros e a quantos vos assistem, que vos façam todo o bem que o Papa desejaria fazer-vos, se pudesse aqui ficar convosco. E deixo-vos, como recordação, a mensagem que, daqui e agora, dirijo a toda a Igreja, com um apelo a vosso favor”.

Há já 63 anos que a estrutura hospitalar de Cumura acolhe doentes com lepra de todas as partes da Guiné-Bissau e além-fronteiras. Mas a sua ação é mais ampla; tem assistência pediátrica e à maternidade, pré-natal e pós-parto. E de 2000 para cá tornou-se num centro de referência para doentes com HIV/Sida e tuberculose. Mais recentemente, para responder à elevada procura, foi criada uma unidade de clínica geral, que se apresenta logo à entrada do hospital. No final da visita ao Hospital de Cumura, Dom Pedro disse: “fiquei profundamente agradecido a Deus por ver que os Franciscanos e todo o pessoal de serviço tratam os doentes com muito carinho e com muito amor. Carinho e amor que vem do Evangelho de Jesus” 


A cerca de 12 km de Bissau, capital da Guiné-Bissau, encontra-se o Hospital de Cumura (chamado também de leprosário de Cumura), uma das unidades hospitalares mais conhecidas do país, na vanguarda da luta contra a lepra (doença de Hansen). Criado pela Ordem Franciscana em 1955, a maioria da assistência social é garantida por missionários católicos, que asseguram a recuperação e reintegração dos doentes.
Há já 63 anos que esta estrutura hospitalar acolhe doentes com lepra de todas as partes da Guiné-Bissau e além-fronteiras. Mas a sua ação é mais ampla; tem assistência pediátrica e à maternidade, pré-natal e pós-parto. E de 2000 para cá tornou-se num centro de referência para doentes com HIV/Sida e tuberculose. Mais recentemente, para responder à elevada procura, foi criada uma unidade de clínica geral, que se apresenta logo à entrada do hospital.


SEMINÁRIO DOM SETTIMIO ARTURO FERRAZZETTA CELEBRA O SEU DIA

  

Na manhã de sábado, dia 27 de janeiro, às 09 horas, Dom José Lampra Cá presidiu à celebração eucarística para festejar o dia do Seminário Maior Interdiocesano Dom Settimio Arturo Ferrazzetta. Tal dia é celebrado no Seminário, no dia 27 de janeiro, dia do aniversário da morte do Dom Setttimio: 27 de janeiro de 1999.

Na celebração, concelebrada por Dom Pedro Zilli, equipa do Seminário, Pe. Luciano Zilli, primo do Dom Pedro, - que veio ensinar Bíblia aos nossos seminaristas em janeiro e fevereiro -, outros sacerdotes, os seminaristas e amigos do Seminário, marcaram presença os Amigos do Centro Agrícola São Francisco e Santa Clara: Rita De Paoli, Samuel Isotta e Cesare Campagnola. Diego Mamasamba, Diretor do Centro também participou.
Dom Lampra sublinhou, entre outras coisas, que o Seminário é mesmo o lugar para a formação dos futuros sacerdotes. Realçou, no entanto, que é preciso que o seminarista se abra, de todo o coração, para tudo “aquilo que forma um ministro do Senhor”.

Após à Missa, Pe. Domingos da Fonseca refletiu com os seminaristas e demais participantes sobre o “Envolvimento da Igreja Católica no processo da reconciliação na Guiné-Bissau”. Enfatizou que, “quando os guineenses compreenderem os males que estão no seu coração e se perguntarem qual é a responsabilidade de cada um, então as coisas vão melhorar”. Falou da “dimensão profética da nossa vocação” na superação das divisões; Sublinhou a “dimensão da cruz”, lugar da morte de Cristo “para nos reconciliar”. Recordou a “dimensão social do Sacramento da Reconciliação”.



No dia anterior, sexta-feira, Pe. Luciano fez uma palestra subordinada ao tema: “a importância da Terra Santa no contexto dos estudos bíblicos”. Falando da sua experiencia de estudos em Jerusalém, ele aprofundou com os seminaristas e professores, assuntos como a “Arqueologia na terra Santa”, “As terras bíblicas: Geografia bíblica”, etc. “O encontro com Pe. Luciano sobre os lugares bíblicos, foi uma preciosa ocasião para que se tome, ainda mais, o gosto pela Biblia”, avaliaram os participantes.




DOM PEDRO VISITOU BEDANDA



Proveniente de São Francisco e Santa Clara, no dia 25 de janeiro, “Conversão de São Paulo”, à noite, Dom Pedro celebrou a Santa Missa na Missão Católica de Bedanda que tem como Padroeiro o Apostolo Paulo. 






Na homilia, ele sublinhou que São Paulo viajou muito no mundo conhecido de sua época para anunciar a boa nova de Jesus aos pagãos. Sua confiança estava sempre posta em Jesus. Sua conversão foi algo de radical. Realçou o itinerário de fé do Apostolo das Gentes: encontrou pessoalmente uma pessoa na pessoa de Jesus de Nazaré; do encontro, ele passou ao diálogo vital com o Senhor Jesus que o levou a uma alta forma de vida; Foi obediente numa total submissão ao Senhor; Tudo isto foi traduzido em missão: a graça recebida no encontro com o Senhor, ele a transmitiu aos irmãos.







Na tarde deste mesmo dia, Dom Pedro teve um encontro com as Irmãs de Bedanda, autoridades, “grandes” da cidade, membros da comunidade cristã e representantes dos muçulmanos. Vieram trazer-lhe as condolências pela morte de seu pai José Zilli ocorrida no dia 11 de janeiro. Falaram das dificuldades pelas quais passa o Setor de Bedanda com ondas de violência; das dificuldades de acesso devido às estradas; falaram da falta de medicamento em Bedanda e pediram às Irmãs, a reabertura do Ambulatório.

No dia 26, Memoria de São Timóteo e São Tito, Dom Pedro celebrou a missa na capela das Irmãs, visitou o Jardim Infantil Morena e a seguir, retornou para Bafatá. 


quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

SETOR PASTORAL SUL REUNIU-SE


No dia 23 de janeiro, terça-feira, teve lugar hoje em Buba, a reunião do Setor Pastoral Sul da Diocese de Bafatá, presidida pelo delegado do Bispo, Pe. Admir Pereira Tamba, sob a seguinte Ordem do Dia : 1. Batismo de crianças;  2. Casamento tradicional e o casamento cristão; 3. Propostas pastorais para próximos três anos.
A reunião contou com a participação de mais 20 participantes vindos de diferentes Paróquia e Missões do Sul. Dom Pedro Zilli, que chegou em Buba já na conclusão dos trabalhos, agradeceu a todos pelo empenho para participar das reuniões, o que exige sacrifícios por “causas das péssimas condições das estradas”. 

Falou da ordenação episcopal de Banjul (Gambia) do Dom Gabriel Mendy, CSSp., de família manjaco proveniente da Guiné-Bissau. Salientou que uma delegação representará a Guiné-Bissau e pediu a oração de todos pelo novo Bispo; Recordou o Ano Bíblico em curso no caminho diocesano no ano pastoral 2017-2018; falou da “Ação Evangelizadora: cada comunidade, uma nova vocação”, e convidou a todos a participarem da iniciativa, escutando o apelo de Jesus: “Pedi ao Senhor da messe que envie operários para a sua messe” (Mt 9,38). Falou também da preparação do Projeto Pastoral Diocesano para os anos 2018 a 2021, ano em que a Diocese completará 20 anos de criação. O Projeto Diocesano de Pastoral será uma propícia ocasião a preparação das celebrações destes 20 anos.


ANIVERSÁRIO DOS 20 ANOS DA MORTE DO LEIGO MISSIONÁRIO VITTORIO BICEGO

Cesare, Rita, Dom Pedro e Samuel
Na manhã do dia 24 de janeiro, quarta-feira, memória de São Francisco de Sales, Dom Pedro Zilli presidiu a missa do aniversario de 20 ano da morte do Leigo Missionário Vittorio Bicego que  faleceu na Itália no dia 23 de janeiro de 1998. Para a ocasião e também para fazer o ponto do caminho de produção e transformação da castanha de caju, os “Amigos de São Francisco” Rita De Paoli, Samuel Isotta e Cesare Campagnola, marcaram presenças. Diga-se de passagem que esta foi a trigésima vez que ao “Tia Rita” visitou a Guiné-Bissau. Para festejar tal ocorrência e para agradecer a Deus pelo Vittorio, ela ofereceu uma vaca para o almoço após à Missa. 

A missa, concelebrada pelos Pe. Giuseppe Pizzoli de São Daniel Comboni, Frei Máximo Capina de Caboxanque, contou as membros das tabancas vizinhas de São Francisco, das irmãs de Bedanda, fieis destas duas comunidades e com o Sr. Administrador do Setor de Cubucaré, Sr. Bamussa Sissé, outras autoridades e amigos muçulmanos. Além do Vittorio, a missa foi celebrada pelas almas do Dom Settimio A. Ferrazzetta, Pe. Diego, Frei Silvano de Cao, Tue, Abulai e José Zilli, pai do Dom Pedro. No início da celebração, Carlitos Na Dum que era um dos jovens formados pelo Vittorio, sublinhou que a vinda do Leigo Missionário à Guiné-Bissau foi uma resposta ao chamado de Deus, “uma vocação”, através do Dom Settimio A. Ferrazzetta. Sublinhou que Vittorio foi “um grande colaborador do Settimio no sonho de evangelizar a Guiné-Bissau”. Realçou que, estando em Bedanda, Vittorio “sonhava a realização de um Centro de Formação” e que, com o tempo, fez horta, escola, catequese. Disse que a gente o chamava de “padre”, “engenheiro”, “professor”. Concluiu dizendo: “que do Céu, Vittorio continue a interceder por São Francisco e Santa Clara, seus trabalhadores e seu povo”.  

Diego Mamasamba, um dos rapazes do Vittorio e Diretor do Centro, enfatizou que o Missionário “gostava muito da Guiné-Bissau; viu a situação do Sul e lutou para a aquisição do atual terreno com o intuito de ajudar as pessoas a viverem com mais dignidade, através da produção agrícola”. Salientou que Vittorio lutou para que os rapazes estudassem, pois assim “poderiam dialogar com todos”.
Na homilia, Dom Pedro enfatizou que “se o Vittorio fosse o Apóstolo São Paulo e São Francisco e Santa Clara fossem Tessalónica, ele teria dito: “quem não quiser trabalhar também não deve comer” (2 Tes. 3,10). “Era homem do trabalho”. Recordou que Vittorio deixou a família, amigos, a possibilidade de um bom futuro para se dedicar aos irmãos mais carenciados da Guiné-Bissau. Agradeceu os trabalhadores de São Francisco, os “Amigos de São Francisco” concretizados na Rete Guinea-Bissau e Crescere Insieme pela perseverança e pela esperança mantidas durante todos estes anos.


No final da celebração, em nome dos italianos, entre outras coisas, Rita disse que “a obra de Vittorio deu os seus frutos porque nasceu no fértil solo da Guiné-Bissau e envolveu pessoas aqui na Guiné e na Itália”. Frei Máximo Capina agradeceu a todos os presentes e “todos os que continuaram a obra de Vittorio”. Concluiu dizendo: “Agradeçamos ao Diego Mamasamba pelo trabalho fiel e silencioso que está a levar à frente em São Francisco e Santa Clara”. À tarde, apos o almoço, Dom Pedro Zilli, P. Giuseppe Pizzoli e os Amigos de São Francisco reuniram-se com os trabalhadores. 

INTERCAMBIO: SÃO DANIEL COMBONI, CABOXANQUE, BEDANDA




De 20 a 23 de janeiro, 63 adolescentes de Caboxanque, Bedanda e São Daniel Comboni, reuniram-se em Caboxanque. Sob a orientação dos Frei Máximo Capina, Pe. Lucio Brentegani e Irmã Cícera, os participantes refletiram sobre: Adolescente é semente; casamento forçado e suas consequências. O intercâmbio, marcado pela oração, Santa Missa, confraternização, visita ao DEPA – Departamento de Estado para Produção Agrícola -, ao Regulo de Caboxanque Sr. Maudo Sambu, quis ajudar os adolescentes na compreensão de que, como semente, devem crescer e dar bons frutos; foram ajudados a compreender que, sobretudo no Sul, muitos são obrigados a irem ao casamento forçado e precoce. Os de Bafatá agradeceram por este tema, pois não conheciam bem tal realidade, a não ser pelo radio. O Pastor João N’Batna disse aos participantes que houve adolescentes obrigados a se casarem forçadamente, alguns fugiram e outros se suicidaram porque não queriam viver aquela situação. Frei Máximo disse que “os adolescentes ficaram contentes pelo encontro e deram bom testemunho de comportamento”. Disse que os de Bafatá teriam ficado “abismados” com a situação das estradas para se chegar a Caboxanque.